As rachaduras em minha pele dilatam-se a cada lágrima, temo não perdoar e deixar que as águas arrastem a minha alma ao limbo do teu ódio.
No espelho vejo a dor refletida num sorriso pálido, desde o dia em que lancei fora as tuas mãos das minhas. Tal qual peregrina fiz da tua rua minha romaria, mas esqueci de derramar aos teus pés os meus erros.
Deus, ó Deus, meu coração dilacerado grita por socorro, e pela misericórdia de um dia perdoar-me.