os meus sentidos te buscam, afoitos, inconsequentes, esperam o meu corpo dormir e saem, cavalos alados, a buscar o teu cheiro...
teus braços, leito, onde as águas que me banham desaguaram, e encontraram paradeiro...e lá ficaram, represadas nos teus olhos de mar...
acordo, e me dou conta de que as minhas mãos ainda estão agarradas às tuas, tal qual menina que tem medo de se perder...
É preciso soltá-las eu sei, só não sei por qual porta sair, posto que todas ainda me levam a você...
30/06/2015