terça-feira, 17 de novembro de 2009
Tecelão de almas
Qual poeta qual nada, apenas tecelã dos remendos de uma alma só, rendeira do fio da palavra que me sustenta. Em cada verso cosido um alento, uma flor. Vou bordando a vida com os fios da dor que me consome. Entre pontos e cruzes o amor, e nas mãos encaladas a palavra, gesto mudo, esperança.
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Anistia
Perdoe-me por ter enxergado através dos teus olhos d'água,
perdoe-me pelos sorrisos e sonhos,
pelos projetos, já fadados ao fim antes de nascer,
pelos suspiros e lágrimas que regaram os dias,
pelos abraços, pelos beijos, pelas carícias.
Perdoe-me por apriosionar meus braços no calor dos teus abraços,
por condicionar meu sono aos teus afagos,
por desejar-te do amanhecer ao anoitecer.
Perdoe-me por na hora da despedida ter, sorrateiramente, seguido os teus passos,
pois agora preciso voltar e não sei mais o caminho...
perdoe-me pelos sorrisos e sonhos,
pelos projetos, já fadados ao fim antes de nascer,
pelos suspiros e lágrimas que regaram os dias,
pelos abraços, pelos beijos, pelas carícias.
Perdoe-me por apriosionar meus braços no calor dos teus abraços,
por condicionar meu sono aos teus afagos,
por desejar-te do amanhecer ao anoitecer.
Perdoe-me por na hora da despedida ter, sorrateiramente, seguido os teus passos,
pois agora preciso voltar e não sei mais o caminho...
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