quinta-feira, 20 de maio de 2010

O meu peito se enche do névoas, e as palavras... in(defesas) se perdem na ira do teu insano coração. A lâmina fria da tua raiva impregna os meus ouvidos. Como negro cativo, assumo o delito e me castro, bato, puno-me... mil rezas à Deus pelo crime não cometido e misericórdia pela infâmia deflorada... joelhos em terra cumpro penitência, enquanto a consciência dorme tranqüila em terras sem ais...

Nenhum comentário: