Como lidar com a saudade quando a distância é apenas uma linha imaginária que insiste em separar o que vive dentro de nós?
Poderia ser diferente, não fosse eu tão inteira, e por não saber ser metade, viver dando mergulhos profundos no vazio.
Há vida sem riscos?
Viver é atirar-se. Lançar-se no precipício sem para quedas.
Eu, trapezista sem rede...
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