quinta-feira, 13 de novembro de 2008
Me, mim...
Penso-me sã, mesmo quando me atiro no vazio dos teus braços. Volta e meia penso ser inteira, e descubro-me mil, partículas de átomos perdida no espaço. Trago no rosto uma alegria tingida de suor e sangue, e no sorriso a palidez de quem chora no escuro pra não ver. O meu corpo... Ah! O meu corpo tem um quê de menos, tal qual meu coração. Corro demais e me canso antes mesmo de sair. Não penso, é muito árduo. Passo, apenas, deixando rastros de sonhos meus para divertir a plebe inútil e vil. Verdadeiro em mim, somente as dores e os amores que vivi...
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