quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Sertão!

O sol escaldante tatua meus olhos com miragens de mar... mar de fomes e angústias. No céu nenhum sinal de um sonho que seja, apenas abutres e fel... O sertão é em mim. A seca dor que me atormenta rasga o pulso com o fio cego da navalha e me ultrapassa. No sangue que jorra, enfim, a semente a saltar da terra sem fim....

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