terça-feira, 23 de dezembro de 2008

A natureza rompante de mim, impede que eu aceite a tua dor. Como calar as lágrimas em minha garganta?? Como segurar o soco no ar?? Vejo-te e menos compreendo, menos compreendo os teus olhos, as tuas súplicas vãs... menos compreendo a tua subserviência, essa sim me amedronta. Olho para o escuro espelho e pouco de ti encontro, sombras, sobras, um velho sorriso amarelo, cataratas nos olhos e nada mais...
Levanta-te e anda!! disse o Senhor. Assim digo-te também, levanta do fosso onde te lançaram, abre a porta da vida e segue-a, ressucita a força e com ela a beleza que lhe é tão peculiar, e vai, mostrar ao rei quem tu és.

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