Cais interditado enferrujando o mar...
saudade é renúncia
é o rasgar do ventre
é o corpo cedido
a felicidade que se esvai...
é a foto amarelada na bancada
o sorriso de lembrança no olhar...
Há que se ter peito pra sustentar uma saudade...
suportar o ir
e vir das águas...
entender que as que vem são desencontros das que se vão, das que partem, mas deixam em nós o sal, o que dá sabor
a dor...
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