
As pessoas quando nos vêem tristes logo perguntam o que temos, ainda não compreenderam que é exatamente o "não ter" que nos entristece. É doído a ausência de sorrisos, de olhos, de mãos, de afagos; a alegria alheia incomoda, fere, e não sejamos hipócritas, quando da boca amada reluz o ouro do sorrir para um outro que não você, o espiríto da inveja corroe. O ciúme, porco espinho, se lança sorrateiro, quando em minha mente a pintura íntima dos amantes se concretiza. Quizera sair noite afora, bradar aos ventos a minha agonia, colocar-me a espreita de teus passos, mas falta-me a coragem dos guerreiros de tróia, ponho-me a esperar, tal qual Helena, a tecer peças infindas, impregnadas do meu amor por ti.
Um comentário:
Suua emo *_*
Postar um comentário